quarta-feira, 22 de agosto de 2012

A fundação da lógica


Muitas das ciências para as quais Aristóteles contribuiu foram disciplinas que ele próprio fundou. Afirma-o explicitamente em apenas um caso: o da lógica. No fim de uma das suas obras de lógica, escreveu:
No caso da retórica existiam muito escritos antigos para nos apoiarmos, mas no caso da lógica nada tínhamos absolutamente a referir até termos passado muito tempo em laboriosa investigação.
As principais investigações lógicas de Aristóteles incidiam sobre as relações entre as frases que fazem afirmações. Quais delas são consistentes ou inconsistentes com as outras? Quando temos uma ou mais afirmações verdadeiras, que outras verdades podemos inferir delas unicamente por meio do raciocínio? Estas questões são respondidas na sua obra Analíticos Posteriores.
Ao contrário de Platão, Aristóteles não toma como elementos básicos da estrutura lógica as frases simples compostas por substantivo e verbo, como "Teeteto está sentado". Está muito mais interessado em classificar frases que começam por "todos", "nenhum" e "alguns", e em avaliar as inferências entre elas. Consideremos as duas inferências seguintes:
1)
Todos os gregos são europeus.
Alguns gregos são do sexo masculino.
Logo, alguns europeus são do sexo masculino.
2)
Todas as vacas são mamíferos.
Alguns mamíferos são quadrúpedes.
Logo, todas as vacas são quadrúpedes.
As duas inferências têm muitas coisas em comum. São ambas inferências que retiram uma conclusão a partir de duas premissas. Em cada inferência há uma palavra-chave que surge no sujeito gramatical da conclusão e numa das premissas, e uma outra palavra-chave que surge no predicado gramatical da conclusão e na outra premissa. Aristóteles dedicou muita atenção às inferências que apresentam esta característica, hoje chamadas "silogismos", a partir da palavra grega que ele usou para as designar. Ao ramo da lógica que estuda a validade de inferências deste tipo, iniciado por Aristóteles, chamamos "silogística".
Uma inferência válida é uma inferência que nunca conduz de premissas verdadeiras a uma conclusão falsa. Das duas inferências apresentadas acima, a primeira é válida, e a segunda inválida. É verdade que, em ambos os casos, tanto as premissas como a conclusão são verdadeiras. Não podemos rejeitar a segunda inferência com base na falsidade das frases que a constituem. Mas podemos rejeitá-la com base no "portanto": a conclusão pode ser verdadeira, mas não se segue das premissas.
Podemos esclarecer melhor este assunto se concebermos uma inferência paralela que, partindo de premissas verdadeiras, conduza a uma conclusão falsa. Por exemplo:
3)
Todas as baleias são mamíferos.
Alguns mamíferos são animais terrestres.
Logo, todas as baleias são animais terrestres.
Esta inferência tem a mesma forma que a inferência 2), como poderemos verificar se mostrarmos a sua estrutura por meio de letras esquemáticas:
4)
Todo o é B.
Algum B é C.
Logo, todo o A é C.
Uma vez que a inferência 3) conduz a uma falsa conclusão a partir de premissas verdadeiras, podemos ver que a forma do argumento 4) não é de confiança. Daí a não validade da inferência 2), não obstante a sua conclusão ser de facto verdadeira.
A lógica não teria conseguido avançar além dos seus primeiros passos sem as letras esquemáticas, e a sua utilização é hoje entendida como um dado adquirido; mas foi Aristóteles quem primeiro começou a utilizá-las, e a sua invenção foi tão importante para a lógica quanto a invenção da álgebra para a matemática.
Uma forma de definir a lógica é dizer que é uma disciplina que distingue entre as boas e as más inferências. Aristóteles estuda todas as formas possíveis de inferência silogística e estabelece um conjunto de princípios que permitem distinguir os bons silogismos dos maus. Começa por classificar individualmente as frases ou proposições das premissas. Aquelas que começam pela palavra "todos" são proposições universais; aquelas que começam com "alguns" são proposições particulares. Aquelas que contêm a palavra "não" são proposições negativas; as outras são afirmativas. Aristóteles serviu-se então destas classificações para estabelecer regras para avaliar as inferências. Por exemplo, para que um silogismo seja válido é necessário que pelo menos uma premissa seja afirmativa e que pelo menos uma seja universal; se ambas as premissas forem negativas, a conclusão tem de ser negativa. Na sua totalidade, as regras de Aristóteles bastam para validar os silogismos válidos e para eliminar os inválidos. São suficientes, por exemplo, para que aceitemos a inferência 1) e rejeitemos a inferência 2).
Aristóteles pensava que a sua silogística era suficiente para lidar com todas as inferências válidas possíveis. Estava enganado. De facto, o sistema, ainda que completo em si mesmo, corresponde apenas a uma fracção da lógica. E apresenta dois pontos fracos. Em primeiro lugar, só lida com as inferências que dependem de palavras como "todos" e "alguns", que se ligam a substantivos, mas não com as inferências que dependem de palavras como "se…, então ", que interligam as frases. Só alguns séculos mais tarde se pôde formalizar padrões de inferência como este: "Se não é de dia, é de noite; mas não é de dia; portanto é de noite". Em segundo lugar, mesmo no seu próprio campo de acção, a lógica de Aristóteles não é capaz de lidar com inferências nas quais palavras como "todos" e "alguns" (ou "cada um" e "nenhum") surjam não na posição do sujeito, mas algures no predicado gramatical. As regras de Aristóteles não nos permitem determinar, por exemplo, a validade de inferências que contenham premissas como "Todos os estudantes conhecem algumas datas" ou "Algumas pessoas detestam os polícias todos". Só 22 séculos após a morte de Aristóteles esta lacuna seria colmatada.
A lógica é utilizada em todas as diversas ciências que Aristóteles estudou; talvez não seja tanto uma ciência em si mesma, mas mais um instrumento ou ferramenta das ciências. Foi essa a ideia que os sucessores de Aristóteles retiraram das suas obras de lógica, denominadas "Organon" a partir da palavra grega para instrumento.
A obra Analíticos Anteriores mostra-nos de que modo a lógica funciona nas ciências. Quem estudou geometria euclidiana na escola recorda-se certamente das muitas verdades geométricas, ou teoremas, alcançadas por raciocínio dedutivo a partir de um pequeno conjunto de outras verdades chamadas "axiomas". Embora o próprio Euclides tivesse nascido numa altura tardia da vida de Aristóteles, este método axiomático era já familiar aos geómetras, e Aristóteles pensava que podia ser amplamente aplicado. A lógica forneceria as regras para a derivação de teoremas a partir de axiomas, e cada ciência teria o seu próprio conjunto especial de axiomas. As ciências poderiam ser ordenadas hierarquicamente, com as ciências inferiores tratando como axiomas proposições que poderiam ser teoremas de uma ciência superior.
Se tomarmos o termo "ciência" numa acepção ampla, afirma Aristóteles, é possível distinguir três tipos de ciências: as produtivas, as práticas e as teóricas. As ciências produtivas incluem a engenharia e a arquitectura, e disciplinas como a retórica e a dramaturgia, cujos produtos são menos concretos. As ciências práticas são aquelas que guiam os comportamentos, destacando-se entre elas a política e a ética. As ciências teóricas são aquelas que não possuem um objectivo produtivo nem prático, mas que procuram a verdade pela verdade.
Por sua vez, a ciência teórica é tripartida. Aristóteles nomeia as suas três divisões: "física, matemática, teologia"; mas nesta classificação só a matemática é aquilo que parece ser. O termo "física" designa a filosofia natural ou o estudo da natureza (physis); inclui, além das disciplinas que hoje integraríamos no campo da física, a química, a biologia e a psicologia humana e animal. A "teologia" é, para Aristóteles, o estudo de entidades superiores e acima do ser humano, ou seja, os céus estrelados, bem como todas as divindades que poderão habitá-los. Aristóteles não se refere à "metafísica"; de facto, a palavra significa apenas "depois da física" e foi utilizada para referenciar as obras de Aristóteles catalogadas a seguir à sua Física. Mas muito daquilo que Aristóteles escreveu seria hoje naturalmente descrito como "metafísica"; e ele tinha de facto a sua própria designação para essa disciplina, como veremos mais à frente.
Anthony Kenny
Universidade de Oxford
Retirado de História Concisa da Filosofia Ocidental, de Anthony Kenny. Trad. Desidério Murcho, Fernando Martinho, Maria José Figueiredo, Pedro Santos e Rui Cabral (Temas e Debates, 1999).
Montagem - Critica - Revista de Filosofia

17 comentários:

  1. Escola Teotonio Vilela
    3°ano A
    Aluna: Andréia Tomichá
    Número: 03

    Em cada inferência há uma palavra-chave que surge no sujeito gramatical da conclusão e numa das premissas, e uma outra palavra-chave que surge no predicado gramatical da conclusão e na outra premissa. Aristóteles dedicou muita atenção às inferências que apresentam esta característica, hoje chamadas "silogismos", a partir da palavra grega que ele usou para as designar. Ao ramo da lógica que estuda a validade de inferências deste tipo, iniciado por Aristóteles, chamamos "silogística".

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  2. Escola teotonio vilela
    3° ano A
    Aluna: Giovannka Duarte
    Número: 13

    Começa por classificar individualmente as frases ou proposições das premissas. Aquelas que começam pela palavra "todos" são proposições universais; aquelas que começam com "alguns" são proposições particulares. Aquelas que contêm a palavra "não" são proposições negativas; as outras são afirmativas. Aristóteles serviu-se então destas classificações para estabelecer regras para avaliar as inferências.

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  3. Escola teotonio vilela
    3° ano A
    Aluna: Giovannka Duarte

    A lógica de Aristóteles consiste no estudo de formas válidas de inferência, ou seja, formas pelas quais se passam de uma verdade a outra.

    Sua lógica se sobrevinha a frases que fazem afirmações que tenha consistência ou não umas das outras, frases certas ou incertas.

    Sua atenção foi muito dedicada também às inferências que apresentavam uma característica chamada silogismo, que quer dizer raciocínio, onde uma palavra chave é apresentada. Estudou, também, todas as formas possíveis de inferência silogística e estabeleceu um conjunto de princípios que permite distinguir os bons silogismos dos maus.

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  4. Escola teotonio vilela
    3° ano A
    Aluna: Jéssicalima Galeano
    Número: 19

    A lógica de Aristóteles consiste no estudo de formas válidas de inferência, ou seja, formas pelas quais se passam de uma verdade a outra.
    Sua lógica se sobrevinha a frases que fazem afirmações que tenha consistência ou não umas das outras, frases certas ou incertas.
    Sua atenção foi muito dedicada também às inferências que apresentavam uma característica chamada silogismo, que quer dizer raciocínio, onde uma palavra chave é apresentada. Estudou, também, todas as formas possíveis de inferência silogística e estabeleceu um conjunto de princípios que permite distinguir os bons silogismos dos maus.

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  5. Escola Estadual Teotonio Vilela
    3°Ano ´´A´´
    Aluna: Kamila Coutinho
    nº 21


    Lógica é a ciência das leis ideais do pensamento e a arte de aplicá-los à pesquisa e à demonstração da verdade.
    Diz-se que a lógica é uma ciência porque constitui um sistema de conhecimentos certos, baseados em princípios universais. Formulando as leis ideais do bem pensar, a lógica se apresenta como ciência normativa, uma vez que seu objeto não é definir o que é, mas o que deve ser, isto é, as normas do pensamento correto.
    Silogismo é o raciocínio composto de três proposições, dispostas de tal maneira que a terceira, chamada conclusão, deriva logicamente das duas primeiras, chamadas premissas.
    Todo silogismo regular contém, portanto, três proposições nas quais três termos são comparados, dois a dois. Exemplo: toda a virtude é louvável; ora, a caridade é uma virtude; logo, a caridade é louvável.
    Para Aristóteles,a forma de definir a lógica é dizer que é uma disciplina que distingue entre as boas e as más inferências. Aristóteles estuda todas as formas possíveis de inferência silogística e estabelece um conjunto de princípios que permitem distinguir os bons silogismos dos maus.Aquelas que começam com a palavra “todos” são proposições universais; aquelas que começam com “alguns” são proposições particulares. Aquelas que contêm a palavra “não” são proposições negativas; as outras são afirmativas.
    Assim Aristóteles serviu-se destas classificações para estabelecer regras para avaliar as inferências. Por exemplo, para que um silogismo seja válido é necessário que pelo menos uma premissa seja afirmativa e que pelo menos uma seja universal; se ambas as premissas forem negativas, a conclusão tem de ser negativa. Na sua totalidade, as regras de Aristóteles bastam para validar os silogismos válidos e para eliminar os inválidos

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  6. Escola Estadual Teotonio Vilela
    Aluna : Karolina S. Cantowich
    N°46
    3°A
    Sobre o texto é possível concluir que: As principais investigações lógicas de Aristóteles incidiam sobre as relações entre as frases que fazem afirmações. Ao contrário de Platão, Aristóteles não toma como elementos básicos da estrutura lógica as frases simples compostas por substantivo e verbo, como "Teeteto está sentado". Está muito mais interessado em classificar frases que começam por "todos", "nenhum" e "alguns", e em avaliar as inferências entre elas.
    Aristóteles dedicou muita atenção às inferências, que apresentam características de tirar conclusões a partir de duas premissas. É o que chamamos hoje de ‘’ silogismo. ’’
    Para Aristóteles, a forma de definir a lógica é dizer que é uma disciplina que distingue entre as boas e as más inferências. Aristóteles estuda todas as formas possíveis de inferência silogística e estabelece um conjunto de princípios que permitem distinguir os bons silogismos dos maus.
    Uma inferência não pode conter duas premissas falsas e uma conclusão verdadeira. Uma inferência válida é uma inferência que nunca conduz de premissas verdadeiras a uma conclusão falsa.
    Exemplo: Todos possuem contas a pagar.
    Alguns trabalham.
    Logo, todos adoram pagar suas contas.
    As suas regras bastam para avaliar os silogismos válidos e eliminar os inválidos. Suas regras não eram suficientes para lidar com todas as inferências possíveis. Pois as inferências dependem de palavras como: ‘’ todos e alguns ’’ que se liga a substantivos e não de palavras como ‘’ Se, então e portanto ‘’ que interligam as frases.

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  7. E.E. Teotônio Vilela
    Aluno : Lucas Araujo Nº 26 3º ano A
    Aristóteles é considerado o fundador da lógica formal por ter determinado que a validade lógica de um raciocínio depende somente de sua forma ou estrutura, e não de seu conteúdo. Introduziu a análise da quantificação dos enunciados e das variáveis, realizou o estudo sistemático dos casos em que dois enunciados implicam um terceiro, estabeleceu o primeiro sistema dedutivo ou silogístico e criou a primeira lógica modal, que, ao contrário da lógica pré-aristotélica, admitia outras possibilidades além de verdadeiro e falso.
    Aristóteles criou a Lógica Formal, segundo a qual podemos analisar a coerência estrutural de um discurso, antes mesmo de examinar seu conteúdo semântico. Por mais que se critiquem as limitações de sua análise extremamente dependente da estruturação, não da linguagem em geral, mas da língua grega com suas peculiaridades sintáticas, o movimento mesmo inaugurado por Aristóteles de buscar uma abstração para evidenciar uma articulação formal interna de uma frase e de várias frases entre si.

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  8. Escola Estadual Teotonio Vilela
    aluna:jessica ferreira n°18 3°A
    nesse texto fala que a logica foi desenvolvida para que outras coisas determina-se quais raciocínio e estabelece uma infinitiva de métodos de derivação.
    Lógica é a ciência das leis ideais do pensamento e a arte de aplicá-los à pesquisa e à demonstração da verdade. a logica tem suas principais investigações logicas de Aristóteles e tem suas caracterizam pelo rigor e pela exatidão e suas conclusão e premissas que são proposições particulares universais

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  9. Escola :Teotônio Vilela
    Aluno:Alysson Bruno Evangelista Sampaio
    Serie:3°ano A
    Numero:49
    Lógica
    Lógica é uma parte da filosofia que estuda o fundamento, a estrutura e as expressões humanas do conhecimento. A lógica foi criada por Aristóteles no século IV a.C. para estudar o pensamento humano e distinguir interferências e argumentos certos e errados.
    As falácias que são falhas na argumentação possíveis de serem percebidas são bastante usadas no estudo da lógica, pois auxilia na detecção de verdades e falsidades.
    Exemplo de lógica:
    Ex:1
    • John quer falar com quem está no encargo.
    • A pessoa no encargo é Steve.
    • Logo, John quer falar com Steve.
    Ex:2
    • Todos peixes vivem no oceano.
    • Pintado são peixes.
    • Logo, pintados vivem no oceano.




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  10. Escola Estadual Teotônio Vilela
    Aluno: Vinícius S. de Oliveira
    N°39

    A muito tempo atrás vinha de Aristóteles oque seria a lógica para uns e para outros , e isso ficava quebrando a cabeça das pessoas que insistiam em descobrir oque seria isso “ lógica “ .
    Com o decorrer do tempo Aristóteles foi aperfeiçoando sua ideia e conseguindo diferenciar dos outros filósofos oque seria a lógica . Diferenças entre frases e afirmações e assim por diante . e nisso que confundiam a cabeça das pessoas e até hoje confunde a diferença de frases e afirmações , mas ambas são comuns . Mais com o devido tempo a lógica foi avançando . E assim vai até o hoje com duvidas ou certezas sobre oque seria lógica para nós .

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  11. Escola Estadual Teotônio Vilela
    Nome: Washington Ricardo
    Nº: 41
    3º ano A

    As inferências elas possuem uma palavra-chave que pode estar no sujeito gramatical de uma conclusão ou em uma premissa. Aristóteles dedicou toda sua atenção às inferências, hoje chamadas “silogismos”. Uma inferência válida é uma inferência que nunca conduz de premissas verdadeiras a uma conclusão falsa. Uma forma para definirmos o que é lógica é dizer que é uma disciplina que distingue as boas e as más inferências. As inferências dependem de palavras como “todos” e “alguns”, que ligam a substantivos, mas não com as inferências que dependem de palavras como “se..., então”, que interligam as frases.

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  12. E.E. Teotônio Vilela
    Aluno:Everson Felipe Godoy Jorge
    Nº:10
    3º Ano A
    Aristóteles baseava a lógica em afirmações de frases onde nelas não se condizia o sujeito em si mais em um todo , alguns ou nenhum.
    Onde nessa lógica existe uma primeira premissa que deve condizer uma afirmação verdadeira , uma segunda premissa que também deve se basear de uma informação verdadeira para que no final do silogismo a conclusão dessa lógica não fique maquiada sendo assim uma lógica verdadeira.
    Ex: Todo Paulista é Brasileiro
    Alguns Paulistas são Mulheres.
    Logo, Alguns Brasileiros são Mulheres.
    Alguns Cuidados são necessários para que as premissas não se passem por verdades tentando ludibriar o leitor e maquiando a verdade.
    Sendo a primeira premissa verdade e a segunda premissa uma farsa nos leva a uma conclusão errada.
    Ex: Todos os Homens tem nariz
    Alguns narizes são grandes
    Logo, todos os homens tem nariz grande.
    Isso no caso é considerado uma Falácia.
    Aristóteles foi uma grande pensador não só pelo fato de ter sido o pai de várias grande disciplinas mas por enxergar o mundo de um modo diferente.

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  13. Escola teotônio vilela
    3° ano A
    Aluna: Luana Ferreira Rezende
    Número: 25

    O estudo da lógica serve para organizar as ideias de modo mais rigoroso,para que não nos enganemos em nossas conclusões.
    Aristóteles dedicou muito sua atenção às inferências que apresentavam uma característica chamada silogismo, que quer dizer raciocínio composto de três proposições,dispostas de tal maneira que a terceira,chamada conclusão,deriva logicamente das duas primeiras chamadas premissas.
    Aristóteles estudou todas as formas possíveis de inferência silogística e estabeleceu um conjunto de princípios que permitem distinguir os bons silogismos dos maus.
    Uma inferência não pode conter duas premissas falsas ou negativas pois senão nada resulta.Nenhum termo pode ser total na conclusão sem ser total nas premissas.De duas premissas afirmativas não se conclui uma negativa.Bom,em uma conclusão direta o objetivo da lógica é determinar se a conclusão é ou não uma consequência lógica das premissas.

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  14. E.E. Teotônio Vilela
    Aluna:Lanna Aux. Nº.: 23 3º ano A

    Logica, portanto, é uma ciência que estuda com exatidão o raciocínio. A logica é considerada uma ciência, pois constitui um sistema de conhecimentos certos, baseados em princípios universais.
    Aristóteles foi o primeiro a investigar as leis do pensamento de forma cientifica. Silogismo foi o nome dado por Aristóteles para a identificação do ramo da logica que estuda a validade de interferência do tipo. E é o raciocínio composto de três proposições, dispostas de tal maneira que a terceira, chamada conclusão, deriva logicamente das duas primeiras, chamadas premissas. As principais investigações lógicas de Aristóteles incidiam sobre as relações entre as frases que fazem afirmações. Ao contrário de Platão, Aristóteles não toma como elementos básicos da estrutura lógica as frases simples compostas por substantivo e verbo, como "Teeteto está sentado". Está muito mais interessado em classificar frases que começam por "todos", "nenhum" e "alguns", e em avaliar as inferências entre elas.

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  15. Teotonio Vilela
    Kamila Coutinho n° 21
    3°ano A

    Lógica é as leis ideais do pensamento e principalmente a demonstração da verdade. È uma ciência de conhecimentos certos. Sendo apresentada como leis ideais do bem pensar e definindo como deve ser as normas do pensamento correto. A lógica também é considerada uma arte por apresentar regras praticas da verdade.
    O juizo na logica é quando você faz uma afirmação ou uma negação entre duas ideias ou dois conceitos. Já o raciocinio são dois ou mais juizos antes, o ele sendo a conclusão.
    O dever da lógica é nos ensinar como usar a inteligencia sob o ponto de vista do seu uso no conhecimento.
    Sofisma raciocinio falso, que aparenta verdadeiro.
    Silogismo é o raciocinio que contém três juizos e a terceira chamada conclusão.

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  16. Escola Teotônio Vilela
    3° ano A
    Aluno: Lucas Marques
    Número: 45


    Lógica falada por muitos e compreendida por poucos como o grande Aristóteles,um gênio que revolucionou idéias pensamentos falácias contradições e opiniões sobre o que a lógica que falamos e convivemos pode ser mudada tanto para impressionar alguém como mudar uma historia estou falando de um homem que poderia estar contando uma verdade mentirosa tudo com o pesar e a lógica .
    A lógica não teria conseguido avançar além dos seus primeiros passos sem as letras esquemáticas, e a sua utilização é hoje entendida como um dado adquirido; mas foi Aristóteles quem primeiro começou a utilizá-las, e a sua invenção foi tão importante para a lógica quanto a invenção da álgebra para a matemática.
    Podemos até ficar sem palavras para descrever como a lógica desde quando foi introduzida até hoje tem fundamentais importância lógica é o que fazemos para influenciar deduzir ou instruir algo que pode mudar um pensamento de positivo para interpretativo ou negativo posso afirmar com toda certeza lógica está conosco até quando não queremos viva essa lógica que está em tudo.

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  17. Escola Escola estadual Teotonio Vilela
    Aluno: Ian Henrique Alves Delavale
    Série: 3º A
    Nº 48


    O texto refere-se sobre uma teoria para explicar como é formulado o raciocínio humano, que a lógica é a ciência que expõe as leis, modos e formas do conhecimento científico, portanto o estudo dos métodos e dos princípios utilizados para distinguir o raciocínio correcto do incorrecto. O filósofo grego Aristóteles foi o pioneiro a utilizar a noção para fazer referência a esse estudo, portanto é considerado o pai da lógica. A realização mais famosa de Aristóteles como lógico é sua teoria da inferência, conhecida como silogismo.
    Ex: Julia é um nome feminino. Julia é uma mulher, logo todas as julias são mulheres. Apesar dos avanços que produziu, esses estudos, tinham enormes limitações ou "defici
    ências" que se revelaram mais tarde, assentava no uso da linguagem natural, e portanto, estava muitas vezes enredada nas confusões sobre o sentido das palavras. A conclusão final sobre Aristóteles não foi somente um grande pensador ou pai de muitas matérias, foi e é um diferencial até os dias de hoje na humanidade com seus pensamentos!

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